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Hidróxido de Alumínio: Você precisa saber disso!

O alumínio é uma substância incompreendida e controversa na comunidade natural de saúde. Alguns afirmam que é seguro, enquanto outras fontes relatam que mesmo pequenas quantidades em fermento em pó podem ser prejudiciais. Neste artigo, vou falar sobre o hidróxido de alumínio e revelar a você algumas informações que encontrei na internet preocupantes. Confira!

Hidróxido de Alumínio

O alumínio é um metal com o qual todos estamos familiarizados e uma substância comum em nossas vidas diárias (a folha de alumínio é um dos itens de cozinha mais usados). Nós o encontramos em utensílios domésticos, vacinas, medicamentos, pigmentos coloridos, tintas, explosivos, propelentes e aditivos para combustível. Seus óxidos são usados ​​em materiais domésticos e produtos como cerâmica, papel, lâmpadas, vidro e fibras resistentes ao calor.

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Um de seus compostos é o hidróxido de alumínio, que pode ser ingerido sendo utilizado como antiácido. Outros compostos do alumínio são usados ​​em agentes antiaglomerantes, corantes, emulsificantes, fermento em pó (mas NÃO bicarbonato de sódio) e, às vezes, fórmulas infantis à base de soja.

É importante notar que o corpo não tem necessidade (ao contrário de vitaminas, e minerais). Em estudos com animais, a exposição ao alumínio está ligada a “alterações comportamentais, neuropatológicas e neuroquímicas”.

Exposição tóxica

É aqui que o alumínio é controverso. Embora a toxicidade seja bem reconhecida, o debate continua em relação a se o hidróxido de alumínio é seguro ou não. Na maioria das vezes, a toxicidade aguda do alumínio em si é observada tanto naqueles que são expostos através de seu ambiente ocupacional ou de vida, quanto em pessoas que estão em risco, porque precisam passar por certos tratamentos médicos.

Alguns fatores de estilo de vida que podem levar à superexposição:

  • trabalhar em um ambiente com poeira de alumínio
  • beber ou ingerir substâncias que contenham o hidróxido de alumínio (muitas vezes, isso vem do uso crônico de antiácidos)

Algumas condições de saúde tornam certos indivíduos mais suscetíveis à toxicidade do alumínio. Aqueles com função renal reduzida, que devem receber diálise de longo prazo, são expostos ao metal através do fluido dialisado ou de outras fontes médicas.

Sintomas de toxicidade

Uma vez que estamos falando do hidróxido de alumínio, é importante relatar que a exposição aguda ao elemento em si pode resultar nos seguintes sintomas:

  • convusão
  • fraqueza muscular
  • dor óssea, deformidades ósseas e fraturas
  • convulsões
  • problemas de fala
  • crescimento lento em crianças

Embora a medicina geralmente subestime o perigo da exposição a baixas doses de alumínio, há evidências sobre os perigos da exposição a longo prazo. Os efeitos conhecidos a longo prazo da exposição consistente incluem:

Doenças Ósseas

A evidência é clara, “a exposição prolongada a altos níveis de alumínio pode causar anormalidades ósseas”. Se alguém usa muito antiácido, vai ingerir uma quantidade significativa de hidróxido de alumínio. Esse elemento químico, se não for adequadamente eliminado pelos rins ou bile, 60% é armazenado no tecido ósseo. Aumento da fraqueza óssea e fragilidade são vistos em animais expostos ao alumínio. Esses efeitos podem ser exacerbados por deficiências de cálcio ou magnésio.

A toxicidade também leva à supressão do hormônio da paratireóide, que regula a homeostase do cálcio. Em pacientes em diálise, níveis elevados de alumínio sérico (acima de 30 microgramas por litro) têm sido associados a osteomalácia, amolecimento dos ossos e outros transtornos relacionados.

Problemas do Sistema Nervoso

Esses problemas se manifestam como dificuldades na realização de ações voluntárias e involuntárias e têm correlação significativa com a exposição ocupacional. Os chamados “sintomas neuropsiquiátricos” incluem perda de coordenação, perda de memória e problemas com equilíbrio. Vale lembrar que são males relacionados ao alumínio em si, mas de toda forma, não podemos nos dar ao luxo de exagerar no uso do hidróxido de alumínio para a saúde.

Itens para Evitar

Mais uma vez, o alumínio é uma substância controversa e que não tem sido extensivamente estudada na toxicidade humana a longo prazo. Ao mesmo tempo, não é necessário para o corpo, por isso é uma substância que eu, pessoalmente, evito, tanto quanto possível. Se estiver preocupado(a) e quiser evitar a exposição ao alumínio, atente para estes produtos de consumo:

Antiácidos: Os antiácidos contêm 300-600 mg de hidróxido de alumínio, o que se traduz em 104-208 mg de alumínio por comprimido, cápsula ou 5mL de dose líquida. Embora pouco seja absorvido, pode ser uma preocupação para aqueles que já estão passando por altas exposições do metal ou para aqueles que desejam evitá-lo completamente.

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Se uma pessoa deve tomar antiácidos, é útil esperar algum tempo antes de comer qualquer coisa azeda ou ácida, como cítricos e tomates. Os ácidos facilitam a absorção do alumínio encontrado nos antiácidos. Aqueles que tomam antiácidos diariamente podem estar com baixo ácido estomacal, em vez de alto ácido estomacal.

Aspirina tamponada: Um comprimido de aspirina tamponada pode conter 10-20 mg de alumínio.

Aditivos alimentares: Os pós para panificação utilizam frequentemente fosfato de alumínio e sódio ou utiliza-os como agente de fermentação.

Agora você já sabe um pouco mais sobre esse metal e um de seus compostos, o hidróxido de alumínio. Qualquer dúvida, deixe um comentário!

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Wilder Patric dos Santos é Licenciado em Letras pela Faculdade de Ensino e Pesquisa de Itajubá (FEPI) e adora ler e compartilhar informações sobre saúde na internet. Possui quase 10 anos trabalhando com sites, SEO, redação para blogs e afins. 

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